quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Já somos 1.000 gastadores de sola no Instagram! - Rio de Janeiro - RJ

Para o alto e avante!

Hoje o perfil GASTANDOSOLA, no Instagram, atingiu a marca de 1.000 seguidores, fato que nos deixa imensamente felizes por demonstrar que nosso trabalho vem sendo reconhecido por cada vez mais gastadores de sola de todas as partes do mundo. E com um detalhe muito importante: essa marca foi obtida apenas com postagens regulares, sem o uso de campanhas, robôs ou compra de seguidores. Quem milita na área das mídias sociais sabe o quanto é difícil obter crescimento orgânico competindo contra perfis que utilizam esse tipo de prática em busca de uma audiência grande, mas artificial.

Por isso fazemos questão de agradecer a todos que nos honram com sua presença em nossa lista de seguidores e dizer que continuaremos nessa linha, postando conteúdo de qualidade e ampliando o círculo de amizades!! Muito obrigado!!!

Curta o perfil do GASTANDOSOLA no Instagram clicando aqui.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Hospedagem nos Lençóis Maranhenses - Barreirinhas - MA

Estivemos no Maranhão na semana de 1° a 8 de julho participando de uma expedição fotográfica pelos Lençóis Maranhenses. O ponto de encontro dos participantes, vindos de diferentes partes do País, foi a cidade de São Luís - capital do Estado. Dali partimos para uma aventura sensacional que incluiu uma série de deslocamentos para que pudéssemos registrar a beleza do lugar em diferentes locações. Com isso também tivemos a oportunidade de conhecer várias pousadas e aproveitamos para fazer um post específico sobre hospedagem com dicas úteis para quem está planejando se aventurar por lá.

Stop Way Hotel - São Luís


As instalações são novas, modernas e confortáveis. Está localizado num bairro nobre, entre o mar e a lagoa, de modo que a vista de qualquer um dos quartos é bem aprazível. Na chegada o wi-fi demorou para conectar e permaneceu instável por boa parte do tempo, mas isso parece ser um problema generalizado no Maranhão.

Fachada do hotel - foto divulgação

Café da manhã farto, com várias opções de pães, bolos e biscoitos. Oferecem leite em pó sem lactose. Caso o hóspede deseje, preparam ovos fritos na hora, mas o serviço é cobrado à parte.

O entorno é tranquilo. Há diversos restaurantes, bem como quiosques de praia muito próximos ao hotel. Há também um pequeno mercado estilo gourmet.

Fica um pouco distante do Centro Histórico e o acesso a ele é feito mediante a travessia de uma ponte que costuma engarrafar devido ao trânsito na região. Fique atento.

Endereço:Av. Mário Meirelles, rua 26
Bairro Ponta da Areia
65.077-640 - São Luís - MA
Telefone:+55 (98) 4009-7777
Site:www.stopwayhotel.com.br
Check in:14:00h
Check out:12:00h
Dados do Stop Way Hotel

Pousada Jurará - Atins


Nosso primeiro destino nos Lençóis foi a Praia de Atins, uma pequena vila plantada próximo à foz do Rio Preguiças.

Bar e área do café da manhã - foto divulgação

A arquitetura da pousada procura reproduzir o estilo das casas de pescadores da região e ao mesmo tempo garantir o conforto dos hóspedes. Todos os quartos são térreos, possuem banheiro privativo e estão posicionados de modo a ficarem isolados da área de circulação, onde há um bar e é servido o café da manhã. O apartamento que ocupamos era amplo, mas equipado apenas com a cama, cabides de parede e um suporte para colocar a mala.

Como não há frigobar no quarto é necessário solicitar ao pessoal da pousada para guardar o que necessita de refrigeração na geladeira da cozinha. Quanto a isso não há problema, pois foram todos muito atenciosos.

O café da manhã é simples, mas gostoso. Servem pão caseiro feito ali mesmo, tapioca e ovos ao gosto do freguês. As vezes pode demorar um pouco devido a grande demanda, então é bom ir cedo para não prejudicar a saída para os passeios.

Não há calçamento nem calçadas nas ruas de Atins, então prepare-se para caminhar na areia fofa o tempo todo. Leve sandálias confortáveis.

Endereço:Rua Principal, s/n
Praia do Atins
65590-000 - Barreirinhas - MA
Telefone:(011) 3331-3434
(098) 9130-7274
Site:www.pousadajurara.com.br
Check in:14:00h
Check out:12:00h
Dados da Pousada Jurara

Pousada Encantes do Nordeste - Barreirinhas


Esse é um daqueles casos em que o nome cai como uma luva, pois o hóspede realmente fica encantado com as instalações da pousada. A começar pela recepção, que acolhe os recém chegados num ambiente que mescla requinte e sofisticação com bem-estar.

Chalés - foto divulgação

Aqui o visitante fica hospedado em chalés independentes, com total privacidade, os quais contam com varanda, rede já instalada e uma pequena área ajardinada. Ao todo são 27 chalés distribuídos numa área de aproximadamente 15.000 m² onde, ao fundo, corre o rio Preguiças. Além dessa grande área verde, a pousada oferece piscina e um espaço zen, onde um massoterapeuta está a disposição mediante agendamento.

O entorno da pousada carece de restaurantes e afins, de modo que a alternativa é utilizar os serviços do "Bambaê", bar e restaurante da pousada, que fica às margens do rio. Como o terreno é bastante extenso e irregular, os chalés ficam em diferentes níveis interconectados por escadas, o quê pode representar um problema para pessoas que tenham dificuldades de locomoção. Se for esse o caso, será necessário utilizar o serviço de uma van que realiza o transporte da recepção ao restaurante sem custo adicional.

O café da manhã é caprichado e bem variado, servido numa área coberta próxima à piscina.

Aproveite uma ida ao Bambaê para provar a Tiquira, uma aguardente local feita a partir da mandioca. É forte!

Endereço:Rua Boa Vista, 950
Boa Vista
65590-000 - Barreirinhas - MA
Telefone:(098) 3349-0288
(011) 3331-3434
Site:www.encantesdonordeste.com.br
Check in:14:00h
Check out:12:00
Dados da Pousada Encantes do Nordeste

Pousada CIAMAT - Santo Amaro


Essa pousada oferece uma opção completamente diferenciada no quesito hospedagem. Sua proposta é aliar ecologia e respeito ao meio ambiente ao conforto e requinte. Os hóspedes tem a disposição pequenos chalés construídos em madeira e palha - de modo a poder desfrutar da ventilação natural - bem distribuídos num jardim de aproximadamente 10.000 m², o que garante tranquilidade e privacidade.

Vista interna de um dos quartos - foto divulgação

Confesso que estranhei um pouco o quarto, devido a sua aparência grosseira e ausência de móveis. Havia apenas uma cama protegida por um mosquiteiro e um apoio para a mala. O banheiro segue a mesma linha e também é construído em madeira rústica.

Em contrapartida, a pousada oferece diversas opções de pastas italianas artesanais as quais podem ser combinadas com vários tipos de molhos. Destaque para a carta de vinhos, com uma seleção  de fazer inveja a qualquer restaurante internacional. Na noite em que jantamos na pousada a pedida foi por um bordeaux Franc Beauséjour e Montepulciano d'Abruzzo. Magníficos.

Endereço:Rua Sempre Virgem 13
Olho d'Agua
Santo Amaro do Maranhao - MA
Telefones:+55 98 987084735
+55 21 996723360
Site:www.ciamatcamp.com
Check in:14:00h
Check out:12:00
Dados da Pousada CIAMAT

Veja imagens de Lençóis Maranhenses em nosso perfil no Instagram, clicando aqui.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Estamos de volta! - Lençóis Maranhenses - MA

Nesta última semana estivemos gastando sola nos famosos Lençóis Maranhenses, uma região ainda pouco explorada do ponto de vista turístico e que, por isso mesmo, oferece uma incrível oportunidade para aqueles que - como nós - valorizam a originalidade da cultura local.

Foram oito dias de intensa atividade e aprendizado, participando de um Workshop Fotográfico ministrado por André Dib, renomado fotógrafo de natureza.

Os Lençóis vistos de cima

Os Lençóis compõem uma paisagem única, composta de imensas dunas de areia entremeadas com lagoas de água cristalina e estão localizados numa região com uma incipiente infra-estrutura. Aqui a natureza ainda dita as regras na maior parte do tempo e é preciso estar preparado para enfrentar o sol inclemente e a ausência de vegetação.

É claro que vamos contar tudo que aprendemos e dar as dicas necessárias para curtir os Lençóis em sua plenitude. Por enquanto, aí vai uma pequena amostra do que vivenciamos por lá.

Viajando e fazendo amigos


Emoção e aventura foram companheiras constantes nessa viagem, mas um pequeno acontecimento foi especialmente marcante por demonstrar como a simplicidade e a generosidade estão presentes nesse lugar.

Caminhos nem sempre fáceis levam a lugares incríveis

Na sua maior parte os Lençóis são um imenso deserto. E como todo deserto, esse também tem seus oásis, pequenos povoados habitados por antigos moradores que aos poucos vão descobrindo no turismo uma nova alternativa de renda.

Foi assim que, num determinado dia, fomos almoçar em Betânia, uma aldeota constituída por aproximadamente 40 famílias, onde há um restaurante e uma pousada bastante simples, que servem de ponto de apoio aos que fazem a travessia dos Lençóis a pé.

Feita a refeição e câmera na mão saímos, eu e mais três membros do grupo, a caminhar pelos arredores clicando o quê encontrávamos pela frente. Depois de caminhar por algum tempo chegamos ao núcleo da povoação, com algumas casas e sem ninguém nas ruas!

Nesse dia o tempo não estava firme e repentinamente uma chuva forte começou a cair. Nos abrigamos numa varanda e aguardamos o aguaceiro estiar, para então retornar ao restaurante e dar seguimento ao roteiro do dia.

Mas aí nos demos conta que não sabíamos voltar! Uma alternativa seria refazer o caminho ao contrário, mas isso consumiria muito tempo e já estava praticamente na hora de embarcar. Além disso, a chuva ameaçava cair novamente a qualquer momento e estávamos preocupados em não molhar os equipamentos fotográficos. Nisso avistei uma senhora e seus, muitos, filhos parada na porta de casa, possivelmente olhando admirada aqueles gringos perdidos no seu quintal. Aproveitei para perguntar se podia fotografar a família tão simpática (não podia perder essa oportunidade!) e também quis saber qual o caminho de volta ao restaurante.

A senhora prontamente nos orientou e ainda enviou Luís, um de seus filhos, para nos guiar no caminho de volta. O menino era esperto e acostumado a fazer esse caminho, de modo que em instantes estávamos de volta. Ao chegar ao restaurante nos despedimos e cada um seguiu seu caminho.

Luisinho, nosso pequeno guia - foto de Adriana Song 

Vivendo no Rio de Janeiro, onde a violência gera uma desconfiança irracional de qualquer semelhante, confesso que me senti tocado pela generosidade daquela família, que em sua vida simples desconhece as consequências da vida nas grandes cidades.

Veja mais imagens de Lençóis Maranhenses em nosso perfil no Instagram, clicando aqui.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Parque Estadual dos Três Picos - Nova Friburgo - RJ

Esse post integra a blogagem coletiva #euadoroesseparque, uma iniciativa do grupo Pequenos Grandes Viajantes, do qual o GSMA faz parte !! Todo mês seus membros elegem um tema sobre o qual os participantes expõem o seu ponto de vista.

Como nosso negócio é Gastar Sola Mundo Afora, obviamente optamos por um parque no qual se pode realizar trilhas e escaladas, o Parque Estadual dos Três Picos - PETP. Aliás, esse parque também é conhecido como o paraíso dos montanhistas, por oferecer diversas vias de elevado nível técnico.

Sobre o PETP


O parque existe formalmente desde 2002, ano de sua criação, e é o que possui a maior área em todo o estado do Rio de Janeiro - aproximadamente 46 mil hectares, atualmente. Na sua maior parte (dois terços do total) está localizado no município de Cachoeiras de Macacu. Entretanto, devido ao seu tamanho, também ocupa parte dos municípios de Nova Friburgo, Teresópolis, Guapimirim e Silva Jardim.

De acordo com Waldyr Neto, fotógrafo e montanhista,
O parque foi criado no período em que André Ilha, um montanhista bastante conhecido e engajado, foi presidente do Inea (Instituto Estadual do Ambiente). Quando o parque foi efetivamente decretado, montanhistas locais foram contratados como chefes do parque e outras funções. A FEMERJ (Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro) e o Parque convidaram os montanhistas e o povo local para um Seminário de Mínimo Impacto Ambiental, um evento que aconteceu na escola Ibelga. Nesse encontro foram definidas as premissas de ética e utilização da área, que foram a base das regras de uso público do parque. Resumindo, um parque criado e gerido por montanhistas onde existe um nível de liberdade muito acima da média de outras unidades de conservação.

Os Três Picos que dão nome ao parque

Seu nome tem origem na formação montanhosa conhecida como Três Picos, composta pelo Pico Menor, Pico Médio e Pico Maior, sendo este último o ponto culminante da Serra do Mar, com 2.316 metros de altitude. Considerados a principal atração do parque, atraem escaladores do mundo inteiro que vem em busca do desafio, das belas paisagens e do contato com a natureza.

Mas os atrativos do PETP não se resumem a suas três estrelas. Na localidade de Três Picos - anteriormente conhecida como Salinas - se encontram o Capacete, montanha vizinha aos Três Picos, a Caixa de Fósforo, pedra de aproximadamente 7 metros de altura equilibrada sobre um monte e o Morro do Gato. Não custa lembrar que não basta saber escalar para fazer uma via por aqui. É preciso possuir nível técnico adequado e muita disposição, uma vez que os paredões são longos, podendo chegar a 700 metros de via.

E não só de escalada vive o PETP. Gastadores de sola possuem diversas opções de trilhas, em variados níveis de dificuldade como, por exemplo, a que leva ao Vale dos Deuses - onde há um camping - ou a subida ao morro Cabeça de Dragão. A região é cortada por inúmeros rios, com a ocorrência de pequenas quedas d´águas, onde é possível tomar um banho refrescante.

Cachoeira dos Frades

Embora o lazer seja uma função fundamental na existência do parque, é preciso destacar que sua criação representou um enorme avanço na preservação ambiental com um acréscimo de 75% em toda a área protegida por parques e reservas estaduais. Sua posição estratégica forma um contínuo florestal que reúne o PETP, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e a Estação Ecológica do Paraíso, em Guapimirim. Isso garante a proteção dos mananciais que abastecem as cidades vizinhas, bem como a flora e a fauna da região. Que por sinal são riquíssimas, graças a uma significativa concentração de diferentes espécies.

O parque oferece uma incipiente infraestrutura para receber os turistas. Felizmente isso está mudando graças ao surgimento de pousadas e abrigos de montanha, que além de oferecerem uma estadia agradável e de baixo custo, também disponibilizam áreas para acampamento.

Preciso voltar!


Costumo dizer que a visita que fizemos ao Parque é um problema mal resolvido, não porque tenha sido ruim, mas porque precisamos voltar para poder apreciar novamente a exuberância do lugar.

Na verdade essa primeira ida fez parte de uma Expedição Fotográfica Assistida, organizada por Waldyr Neto, cujo objetivo era fotografar as paisagens do parque com ênfase nos Três Picos, aproveitando o feriado prolongado do Dia do Trabalho.

Quem fotografa em ambiente natural sabe que as condições climáticas são determinantes e imprevisíveis. Chegamos na noite de 28 de abril sob uma forte neblina que se estendeu até a noite do dia 30!

Os Três Picos encobertos pela neblina

Nesse período realizamos diversas trilhas a pontos estratégicos para registrar os famosos Três Picos, mas na maior parte do tempo a neblina era tão densa que a visibilidade era praticamente nula.

Sempre que as cenas de plano aberto ficavam prejudicadas, aproveitávamos para fotografar o efeito da água sobre a vegetação, bem como detalhes da flora e fauna locais.

Quaresmeiras em flor

Perólas de orvalho

João de Barro

Inacreditavelmente, de forma súbita, a cortina de água levantou na última noite de estadia e podemos então registrar o céu noturno. Quem nasceu e cresceu em cidades grandes, profusamente iluminadas, talvez não tenha noção do que é um céu estrelado num ambiente livre de poluição.

Céu noturno, sem poluição ou excesso de luz

Na manhã seguinte o sol apareceu, o céu permaneceu azul e finalmente registramos os Três Picos em toda sua grandeza.

Hospedagem


Refúgio Canto da Pedra

Ficamos hospedados no Refúgio Canto da Pedra, que foi reservado exclusivamente para o nosso grupo. Apesar de simples, oferece o apoio logístico e conforto necessários para uma boa estadia: energia elétrica, fogão, geladeira e banheiros com banho quente.

O dormitório é no mezanino e cada um deve levar seu saco de dormir, embora haja colchonetes disponíveis.

O pessoal do refúgio se encarregou de manter a turma bem alimentada com café da manhã reforçado, almoço e janta. Comida caseira, muito bem preparada com ingredientes frescos, cultivados nas propriedades do entorno. Destaque para o rodízio de pizzas no forno à lenha que rolou na noite de domingo.

Outra dica importante: bem próximo fica o Sítio Tartari, onde é vendida cerveja artesanal de excelente qualidade!!

Casa do Português

O parque engloba diversas propriedades rurais

Amanhecer no Jaborandi

Vale do Jaborandi encoberto pela neblina

Onde ficar


Abrigo República Três Picos

  • Abrigo República Três Picos – Tel. (21) 2245-7969 / 9254-2794 – Email: r3p@republicatrespicos.com.br – Contato: Paulo Mascarin
  • Abrigo Três Picos – Tel. (22) 9836-7555 – E-mail: refugio@trespicos.com.br – Contato: José Augusto (Zezinho)
  • Refúgio Canto da Pedra - Tel. (21) 99261-8407 - Contato: Alexandre Portela
  • Refúgio das Águas – Tel. (22) 2543-3504 – Contato: Sérgio Tartari ou Rosângela
  • Refúgio Pico Maior – Tel. (22) 2543-3512 – Contato: Sérgio Poyares

Fontes


TRILHAS E RUMOS. Parque Estadual dos Três Picos: paraíso dos escaladores. Disponível em https://trilhaserumos.com.br/dicas-roteiros/parque-estadual-dos-tres-picos-paraiso-dos-escaladores/. Acessado em 25 jun. 2017.

WALDYR NETO. A Magia da Montanha. Disponível em http://amagiadamontanha.blogspot.com.br/. Acessado em 29 jun. 2017.

WIKI PARQUES. Parque Estadual dos Três Picos. Disponível em http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Estadual_dos_Tr%C3%AAs_Picos. Acessado em 25 jun. 2017.


Blogs participantes


Este post faz parte da blogagem coletiva #euadoroesseparque. Confira aqui a lista dos Blogs Participantes



  1. ILoveTrip - Parque da Cidade de Brasília: Conheça o Maior Parque da América Latina!;
  2. Destinos por onde andei... - Parque Lage, Rio de Janeiro, um oásis de paz na Cidade Maravilhosa;
  3. Vem pro Parque! - Inauguração do Parque Aquático Hot Beach Olímpia, nós fomos!;
  4. Atravessar Fronteiras - Parque das Garças à beira do lago em Brasília;
  5. Cantinho de Ná - Parque Dona Lindu em Recife: urbanismo à beira-mar;
  6. Gastando Sola Mundo Afora - Parque Estadual dos Três Picos;
  7. Viajonários - Holland Park e Kyoto Garden, o jardim japonês mais bonito de Londres;
  8. Uma Senhora Viagem - Balboa Park, Uma Maravilha em San Diego, Califórnia;
  9. Somando Destinos - Stanley Park, um paraíso verde em Vancouver;
  10. Ligado em Viagem - Como ir de carro ou trem de Londres para o Parque da Peppa Pig;

terça-feira, 27 de junho de 2017

Lençóis Maranhenses - a próxima aventura !


A redação do GSMA está em polvorosa, pois estamos finalizando os últimos detalhes para a nossa próxima aventura! Desta vez, iremos gastar sola numa região que é considerada a única existente no planeta: Os Lençóis Maranhenses.

Embarcaremos neste sábado, dia 1º de julho, rumo à São Luís - capital do Estado - para de lá seguirmos à Barreirinhas, porta de entrada do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Serão 8 dias de intensa movimentação entre as diversas atrações que nos esperam, pois nesse lugar a paisagem mescla gigantescas dunas de areia com lagoas de água cristalina e praias de água salgada.

Durante a viagem participaremos de um Workshop Fotográfico com André Dib, renomado fotógrafo especialista em fotografar ambientes naturais, com forte presença nas principais revistas de natureza, esporte e turismo do país. Além disso, André conquistou diversos prêmios no Brasil e no Exterior -  entre eles, o concurso da Fundação Nacional de Artes - FUNARTE com o tema Natureza e o de melhor fotografia da National Geographic Brasil.

O objetivo é trazer aos nossos leitores belas imagens desse lugar fascinante, bem como aproveitar os conhecimentos adquiridos para aprimorar cada vez mais nossos futuros registros.

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses - PNLM


Localizado na região nordeste do Brasil, às margens do Rio das Preguiças no Maranhão, o PNLM é formado por 155 mil hectares que abrigam uma condição geológica extremamente rara. Graças as altas dunas de areia - algumas com até 40 metros de altura - a região assemelha-se a um grande deserto, entretanto, devido ao elevado índice de precipitação pluviométrica, as águas represadas entre as dunas formam lagoas de água doce, com tonalidades que variam do verde ao azul, dando origem a oásis de vegetação característica de áreas litorâneas. Esses oásis abrigam comunidades de moradores que, a partir do incremento do turismo, passaram a ter uma nova fonte de renda, atendendo aos visitantes que chegam para conhecer ou percorrer as dunas em trilhas que podem durar até 4 dias. As lagoas mais famosas são a Lagoa Azul e a Lagoa Bonita, reconhecidas pelo seu encantamento e condições de banho.

Ao que tudo indica está será uma aventura inesquecível e que deverá render belas imagens. Como a região é de difícil acesso e não há conexão via internet, estaremos contando tudo que aconteceu nessa semana a partir do dia 08 de julho. Até lá!!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Blogagem Coletiva #MuseumWeek 2017 - Museo de Arte Precolombino - Cuzco - Peru

MuseumWeek - ou semana dos museus - é um evento online internacional cujo objetivo é celebrar e mostrar a cultura sob vários aspectos durante 7 dias, 7 temas e 7 hashtags! Este ano ocorrerá de 19 a 25 de junho e pretende promover o debate e o compartilhamento de temas apaixonantes nas redes sociais, utilizando hashtags dedicadas a cada evento. Na edição de 2016 houve um engajamento maciço do público: em uma semana 664.000 tweets foram vistos por mais de 294 milhões de vezes!

É claro que algo dessa magnitude rolando na rede só é possível com o engajamento de diversos setores, como é o caso dos blogueiros de viagens. Por isso a Rede Brasileira de Blogueiros de Viagens - RBBV está organizando uma blogagem coletiva para contribuir para o sucesso do evento, bem como dar oportunidade para que cada membro participante fale um pouco sobre seu museus favorito.

Este ano o post do Gastando Sola Mundo Afora será sobre o Museo de Arte Precolombino - MAP, um pequeno museu localizado em Cuzco, no Peru, que tivemos a oportunidade de visitar em 2016.

Sobre o museu


O MAP é o primeiro e único museu peruano dedicado à arte das antigas culturas do país. As peças aqui expostas pertencem ao acervo do Museo Larco, de Lima, mundialmente conhecido por abrigar verdadeiros tesouros da arte pré-colombiana e foram selecionadas de modo a retratar de forma didática a contribuição de cada povo ancestral na construção da cultura peruana no período anterior a chegada dos colonizadores.

É interessante ressaltar que a sede do museu é um antigo casarão colonial conhecido como Casa Cabrera. O prédio foi totalmente restaurado e é por si mesmo uma síntese da história arquitetônica da cidade, uma vez que nele são visíveis os vestígios do muro incaico sobre o qual foi construído, bem como os típicos balcões que dão para o pátio interior. Sua localização em frente a uma pequena praça serve para realçar seu aspecto imponente e ao mesmo tempo acolhedor.

A visita


Cheguei ao Peru no dia 04 de junho de 2016 com o objetivo de realizar a Trilha Salkantay dali a três dias, prazo mínimo recomendado para aclimatação com a altitude. No dia seguinte a minha chegada, para aproveitar o tempo livre, havia planejado visitar o Museo del Inca e o Monastério de Santa Catalina de Sena pela manhã - para a tarde já havia contratado um city tour. Entretanto, nesse dia ocorreram as eleições presidenciais no Peru e tanto um como outro estavam fechados devido ao processo eleitoral. De mapa em punho saí perambulando pelas estreitas ruas de Cuzco em busca de fotos como forma de passar o tempo. Até que, não muito longe da Plaza de Armas, deparei-me com uma pequena praça, encimada por um belo casarão no estilo colonial espanhol. E que era um museu! E que estava aberto!!

Sem me fazer de rogado, aproveitei a oportunidade e entrei para conhecer o Museo de Arte Precolombino da cidade.

Colar de conhcas

Alfinetes para fixar poncho

Os habitantes do Peru pré-colombiano foram hábeis artesãos, que souberam colocar beleza mesmo nos objetos mais simples e cotidianos. Estes alfinetes representam diversos tipos de aves características da região e foram trabalhados com extrema precisão, apesar de seu diminuto tamanho.

Cabeza de Porra - ponteira de porrete, feita em cobre

Mesmo na elaboração de armas é possível constatar a habilidade no trabalho em metal dos antigos peruanos.

Galeria de trabalhos em madeira

Veado antropomórfico - vasilha de cerâmica 

Os Moches foram uma das civilizações que dominaram o território peruano antes da chegada dos colonizadores espanhóis. Deixaram como vestígio de sua passagem obras em cerâmica de alto valor estético e fino acabamento, como a peça retratada acima.

Condor - vasilha em cerâmica

Esta vasilha sintetiza aspectos da cultura Chimú, agregando detalhes nitidamente Incas, evidenciando a expansão do império cuzquenho rumo à costa norte peruana.

Galeria de arte colonial

Museo de Arte Precolombino


Endereço: Plazoleta Nazarenas 231, Cusco, Peru;
Site: http://map.museolarco.org/
Ingresso: N$ 20,00 (aproximadamente R$ 24,00);
Horário: aberto de segunda a segunda, das 09:00 às 22:00;
Telefone: +51 84 233210.

Fontes


#MuseumWeek 2017 is coming! Disponível em http://museum-week.org/en/7-days-7-themes-7-hashtags/. Acessado em 30 de maio de 2017.

MAP - Museo de Arte Precolombino. Disponível em http://map.museolarco.org/. Acessado em 30 de maio de 2017.


Membros da RBBV participantes da #MuseumWeek2017


1) Trilhas e Cantos: Museu Casa dos Contos, em Ouro Preto, Minas Gerais;
2) Tá indo pra onde?: Museus e experiências além do básico em Barcelona;
3) Mariana Viaja: National Gallery of Art, em Washington;
4) Turistando.in: Visitando o Museu de História da Arte de Viena (Kunsthistorisches Museum);
5) Vamos Por Aí: Meus Museus Favoritos;
6) Viajar correndo: Museu Light da Energia, Rio de Janeiro;
7) Guia do Nômade Digital: Galeria 11/07/95: Galeria sobre o Genocídio na Bósnia e Herzegovina;
8) Uma Viagem Diferente: 4 Museus Imperdíveis em Florença;
9) Quase Nômade: Museu Iberê Camargo, em Porto Alegre;
10) Gastando Sola Mundo Afora: Museo de Arte Precolombino de Cuzco;
11) Passeios na Toscana: Florença do alto: as Torres abertas à visitação;
12) Cantinho de Ná: Museu do Futebol em São Paulo: paixão, história e entretenimento;
13) Destino Compartilhado: Museu Lasar Segall;
14) Entre Polos: Museu Nacional do Hermitage - São Petersburgo - Rússia;
15) Do RS para o Mundo: Centro Português de Fotografia - Porto/Portugal;
16) Mulher Casada Viaja: Exploratorium - Museu de São Francisco, Califórnia;
17) TurMundial: Museu do Picasso em Málaga, Barcelona e Antíbes;
18) Farrabadares: Memorial São Nikolai em Hamburgo;
19) Itinerário de Viagem: MET Museum em Nova Iorque;
20) Viajar hei: Museu Imperial - Petrópolis - Rio de Janeiro;
21) Sol de Barcelona: Museu Olímpico e do Esporte - Barcelona;
22) Família Viagem: Children’s Museum of Houston - Texas com crianças;
23) Viaje na Web: American Museum of Natural History - Museu de História Natural de Nova York;
24) Aquele Lugar: Museus do Vaticano - Roma - Itália;
25) Viagem LadoB: Ilha dos Museus - Berlim;
26) Viajento: Museo Santuarios Andinos - Arequipa, Peru;
27) MEL a Mil pelo Mundo; Museo de Ciências Naturais de Madrid;
28) Caixa de Viagens: Museu Charlie Chaplin: o Chaplin’s World em Vevey, Suíça;
29) Let's Fly Away: Museu Botero, Bogotá, Colômbia;
30) Viajo com filhos: Nemo Science Museum, em Amsterdã, Holanda;
31) Sonhando em Viajar: Catetinho, em Brasília, Brasil;
32) Viajoteca: Batik na Indonésia: Museu Têxtil em Jakarta, Indonésia;
33) Mochileza: Museu do Automóvel de Turim, Itália;
34) Comendo Chucrute e Salsicha: Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Argentina;
35) 1001 Dicas de Viagem: Museu Histórico de Berna, Suíça;
36) Estrangeira: 8 Museus Imperdíveis em Barcelona, Espanha;
37) Devaneios de Biela: Museu Nacional da Finlândia em Helsinki;
38) ILoveTrip: Top 7 Museus em Brasília que você precisa conhecer;
39) Me Deixa Ser Turista: Conheça o Museu da Revolução, em Havana;
40) A Fragata Surprise: Museus de Florença - Guia de Sobrevivência;
41) Direto de Paris: Os Museus de Troyes;
42) A Vida é Como Um Livro: Galeria Nacional da Noruega; ;
43) Dedo no Mapa: Museu Paranaense;
44) Ligado em Viagem: Beco do Batman é museu de grafite e arte de rua em São Paulo;

quarta-feira, 22 de março de 2017

Tag Wanderlust - porque viver é a maior viagem!


Por que wanderlust?


O termo wanderlust é uma expressão de origem alemã e exprime um conceito intraduzível para o português, mas perfeitamente compreensível para os viajantes de plantão: é o desejo profundo de viajar, explorar, conhecer coisas e destinos novos, bem como uma saudade inexplicável de lugares que - ainda - não se conhece.

E o que acontece quando esse desejo transborda de tal maneira que a pessoa se sente compelida a compartilhar suas experiências com a humanidade? Surge um blog de viagem, é claro!

Dessa simbiose meio estranha surgiu uma brincadeira que consiste em convidar colegas blogueiros a responderem 10 perguntinhas sobre seus hábitos e costumes enquanto viajantes. Quem nos convidou foi a Júlia Sampaio do blog Fora da Toca, a quem agradecemos pela oportunidade de falar sobre esse assunto que está presente em todos os momentos de nossa vida.

Paulo e Renata curtindo um friozinho no Valle Nevado.

Como o Gastando Sola Mundo Afora é escrito à quatro mãos, nada mais justo que cada membro da equipe dê a sua versão dos fatos. Assim, sem mais delongas ...

Vamos às perguntas:


1) Quando e para onde ia o seu primeiro avião?

Paulo: Como meu pai era ferroviário, viajávamos muito de trem quando era criança. Talvez por isso minha primeira experiência com aviões tenha acontecido quando eu já era bem taludinho. Embarquei num voo da saudosa Varig rumo à Brasília para participar de um treinamento profissional. Isso lá pelos idos de 1994!

Renata: Minha primeira viagem de avião foi para turistar em Alagoas, provavelmente em 1995.

2) Para onde você já foi e gostaria de voltar?

Paulo: África, mais especificamente para o Kruger Park na África do Sul. Visitei o parque em 2006, pouco tempo depois que meu equipamento fotográfico havia sido roubado! Viajei com uma câmera tipo saboneteira e, sempre que olho para as fotos daquela viagem, juro para mim mesmo que vou voltar e fotografar aqueles animais todos novamente!!

Renata: Rio Grande do Sul, onde vivi por um bom tempo numa cidade chamada Lagoa Vermelha.

3) Você está viajando amanhã e dinheiro não é o problema. Para onde você vai?

Paulo: África! Kruger Park!! Preciso preencher essa lacuna do meu passado!!!

Renata: Nova Zelândia. Fiquei encantada com as locações da trilogia do Senhor dos Anéis.

4) Método preferido de viagem: avião, trem ou carro?

Paulo: Como se diz no meu Rio Grande, de a pé. Não é a toa que o nome do blog é Gastando Sola Mundo Afora. Avião, trem e automóvel são meios para se chegar até o destino. Para mim a viagem acontece mesmo quando começo a explorar cada canto do lugar em busca do melhor ângulo, da luz ideal, daquele enquadramento matador. E isso vale tanto para trilhas na natureza quanto para excursões urbanas.

Renata: Trem!

5) Site preferido de viagens?

Paulo: Companhias aéreas com promoções arrasadoras.

Renata: Aquele que me mostra lugares incomuns para turistas.

6) Para onde você viajaria só pra comer a comida local?

Paulo: Quem me conhece sabe que não tenho preconceito alimentar, apenas uma restrição devido a intolerância a lactose. Por isso, sempre que viajo experimento de tudo. Nunca pensei em viajar para experimentar um determinado prato, mas quando em viagem nunca deixo passar a oportunidade de fazê-lo.

Renata: Grécia, provavelmente porque o Paulo vive falando em comer azeitonas e beber vinho branco olhando para o Mar Egeu ...

7) Você sabe seu número de passaporte de cabeça?

Paulo: Não, mas tenho cópia para uma eventual necessidade.

Renata: Não.

8) Você prefere o assento do meio, corredor ou janela?

Paulo: Gosto da janela para ver a paisagem, principalmente quando viajo via terrestre. Por via aérea muitas vezes dou preferência ao corredor para poder esticar as pernas - que não são pequenas.

Renata: Meio, até porque o Paulo adora ir na janelinha.

9) Como você passa o tempo quando está no avião?

Paulo: Via de regra dormindo. Em voos muito longos gosto de assistir séries ou filmes no sistema de entretenimento de bordo (quando disponível). Tenho por hábito manter meus dispositivos eletrônicos desligados durante a viagem. Vai que é verdade que eles interferem com o funcionamento da aeronave ...

Renata: Aflita! E rezando.

10) Existe algum lugar para onde você nunca mais voltaria?

Paulo: Eu jamais voltarei para a pessoa que eu era antes de começar a viajar. Isso mudou a minha vida de tal forma que faço questão de manter do jeito que está. Quanto a lugares propriamente ditos, não tenho problemas em voltar, mas, se possível, em diferentes épocas do ano para fazer novas fotografias.

Renata: Não.


Espero que tenham gostado de nossa participação nesta brincadeira. E para não quebrar a corrente já convidei um trio que com certeza tem muita história pra contar. São elas Sylvia Yano do Sentidos do Viajar, Viviane do Vivi Trilhas, Lena Reis do Viajando No Blog e Ana Morize do Viagens Bacanas.